Abaixo seguem algumas sugestões de brincadeiras que podem ser realizadas no espaço de educação:
AMARELINHA
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O professor desenha no chão da sala ou pátio, quadrados numerando de 1 a 10, na extremidade desenha-se uma meia lua escrevendo a palavra céu. Para jogar o professor incentiva a criança arremessar o marcador no primeiro quadrado, explicando as regras da brincadeira, que inclui manter o equilíbrio pulando de um pé só ou com os dois e não pisar na linha e assim sucessivamente até todas as crianças brincarem.
PETECA
O professor poderá confeccionar esse brinquedo juntamente com seus alunos, utilizando jornal ou revista. Ao terminar a confecção do brinquedo o educador irá começar o jogo, que consiste em incentivar uma criança a jogar a peteca para outra, pode-se jogar em dupla ou em trio.
PULAR CORDA
Nesta brincadeira o professor utiliza a corda como recurso, duas crianças seguram nas extremidades da corda, enquanto cantam músicas, outra criança pula no meio, sendo incentivada pelo professor a equilibrar-se e realizar os gestos da música. Com as crianças menores pode-se fixar a corda em algum lugar da sala e conduzir-las para passar embaixo, em cima e pular.
CABRA-CEGA
Através desta brincadeira trabalha-se a percepção tátil, consiste em: o professor irá vendar os olhos de uma criança, para que ela descubra através do tato quem é a criança que ela está colocando as mãos.
BRINCADEIRA DE RODA
O professor irá reunir as crianças em uma grande roda, fazendo gestos e cantando cantigas como ciranda-cirandinha, atirei o pau no gato, Pai Francisco, Sambalelê, Se essa rua fosse minha, A linda rosa juvenil, Serra serra serrador, etc.
CORRIDA DE SACO
Para realizar essa brincadeira o professor poderá reaproveitar material reciclado, como sacos de cebolas. Após disponibilizar os sacos o professor separa a turma em grupos e dará inicio a corrida de saco.
Para concluir é interessante transcrever o pensamento de um dos grandes poetas brasileiros:
Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo.
É triste ter menino sem escola,
mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar,
com exercícios estéreis,
sem valor para a formação humana.
(Carlos Drummond de Andrade)




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